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Lixo deixado pelo homem na órbita terrestre chega a 100 milhões de fragmentos que podem causar colisões

Controlar a movimentação de satélites e estações espaciais não é tarefa fácil, nem custa pouco para as pesquisas na órbita terrestre.

Um dos agravantes é o lixo, que já preocupa a ciência para, como na Terra, evitar o excesso de poluentes ambientais.

Pra se ter ideia, nos últimos 20 anos, a Estação Espacial Internacional fez 29 manobras para desviar do lixo espacial.

A operação exige cálculos precisos e não está livre de riscos. Fora o desperdício de tempo e dinheiro.

Não é de hoje que a ação do homem de sujar o ambiente se expandiu para o espaço: vem desde 1950.

Especialistas já alertam que o lixo pode ameaçar também a evolução das pesquisas no espaço.

Segundo a Nasa, devem existir mais de 100 milhões de fragmentos em órbita; apenas 27 mil desses objetos estão monitorados e podem, numa emergência, indicar a necessidade de manobras para evitar colisões.

Até fragmentos de tinta desses objetos podem causar grande perigo, devido a alta velocidade que desenvolvem.

Uma solução à vista é o lançamento do satélite europeu ClearSpace1, dotado de quatro braços robóticos para catar objetos e detritos esquecidos no espaço.

Atualmente, são mais de DOIS MIL satélites ativos em órbita.

A missão do ClearSpace está prevista para 2025, mas até lá, quantas outras peças se tornarão poluentes?

Fonte: Rádio 2

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Quinta-Feira, 16 de Setembro de 2021

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